ALIMENTÍCIA 2019

Esta feira visou essencialmente gerar uma forte interação entre os operadores da indústria Alimentar e bebidas, bem como juntar a distribuição e logística de Angola.

Cláudio Moreira, porta-voz da organização, afirmou que o Ministério da Indústria pretende com este evento “que a cadeia entre a produção e a distribuição seja mais funcional, mais vigorosa, daí a junção destes operadores da indústria alimentar, bebidas, distribuição e logística, de modo a que se possa dar a conhecer aquilo que efetivamente o país produz e pode oferecer aos consumidores nestes segmentos, gerando-se, assim, um fator agregador para a indústria nacional e, por conseguinte, amplamente favorável ao consumidor final”.

Sobre o lema “Mais Indústria, Mais Emprego, Mais Angola”, cerca de sessenta empresas participaram na Alimentícia 2019.

A participação da Alicontrol foi um marco para a empresa que pretende apostar na sua consolidação no mercado Angolano. Desta forma a sua presença teve como objetivo alicerçar novas parcerias e dar a conhecer o enorme trabalho já realizado em território Angolano.

Parlamento europeu aprovou restrições aos produtos de plástico de utilização única

Pratos, talheres, cotonetes, palhinhas, agitadores de bebidas, varas para balões e recipientes feitos de poliestireno expandido e oxo-degradáveis para alimentos e bebidas passarão a estar proibidos na União Europeia a partir de 2021.

O objetivo é eliminar todos os produtos de plástico pensados para usar apenas uma vez e para os quais existem alternativas. Em causa está o impacto ambiental destes produtos. Mais de 80% do lixo marinho na União Europeia é constituído por plástico, dos quais 70 % estão abrangidos por esta diretiva.

Toda esta poluição afeta sobretudo espécies marinhas, tais como, tartarugas, focas, baleias, aves e uma grande diversidade de peixes e crustáceos. Além de poderem entrar na cadeia alimentar humana, o lixo marinho de plástico é bastante prejudicial para outras atividades como o transporte marítimo e o turismo.

Os Estados-Membros comprometem-se assegurar a recolha seletiva de pelo menos 90% das garrafas de plástico até 2029. Mais metas foram aprovadas e a partir de 2025, as garrafas de plástico terão que ser compostas, pelo menos 25%, de plástico reciclado. Esse objetivo passa para um mínimo de 30% em 2030.

Outra das prioridades são os filtros dos produtos do tabaco, assim como as artes de pesca que contenham plástico. Nestes casos o Parlamento Europeu aprovou um regime de responsabilidade alargada, em linha com o princípio do poluidor-pagador. Nestes casos os produtores têm de suportar a recolha e o tratamento desses resíduos.

Também as toalhitas húmidas, quer para a higiene pessoal, quer para a limpeza doméstica, terão de conter na embalagem informação de presença de plástico e dos danos que causam ao ambiente se não forem colocados no lixo devido. Esta informação aos consumidores será alargada também aos pensos e tampões higiénicos, produtos de tabaco cujos filtros contenham plástico e copos para bebidas.

O Governo Português vai mais longe com uma meta mais ambiciosa, pois já se tinha comprometido com a eliminação destes produtos até ao segundo semestre de 2020.

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FSSC 22000 Auditorias sem aviso prévio

A Food Safety System Certification 22000 é um referencial de certificação para o sistema de gestão da segurança dos alimentos e reconhecida pela Global Food Safety Initiative (GFSI).
Com a introdução da versão FSSC 22000 v4.1 torna-se obrigatório, a partir do inicio de 2019, que uma das auditorias de acompanhamento de cada ciclo de certificação seja uma auditoria não anunciada.
A impossibilidade ou recusa da realização desta auditoria é registada como uma não conformidade crítica, ficando a empresa com o seu certificado imediatamente suspenso por um período que pode ir até 6 meses. Se a referida auditoria não for realizada durante esse prazo, a certificação é retirada, tendo a empresa que iniciar todo o processo de certificação novamente.
Os períodos de inexistência de produção, férias coletivas, manutenções gerais, feriados municipais, entre outros, devem ser comunicados como datas de Não Auditorias, tendo um limite máximo de 15 dias.

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